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Mulher absolvida por dopar, matar marido e jogar corpo nas dunas volta a ser julgada em SC

Caso Sagaz A mulher acusada de dopar e matar o empresário Gustavo Alberto Sagaz, de 34 anos, voltou a ser julgada por um novo júri popular nesta quinta-feira ...

Mulher absolvida por dopar, matar marido e jogar corpo nas dunas volta a ser julgada em SC
Mulher absolvida por dopar, matar marido e jogar corpo nas dunas volta a ser julgada em SC (Foto: Reprodução)

Caso Sagaz A mulher acusada de dopar e matar o empresário Gustavo Alberto Sagaz, de 34 anos, voltou a ser julgada por um novo júri popular nesta quinta-feira (19), em Florianópolis. Camila Fernanda Franca Pereira era companheira da vítima e foi absolvida em um primeiro julgamento, em 2025, mas a decisão foi anulada. A sessão teve início às 9h, segundo o Tribunal de Justiça. Conforme a denúncia, Sagaz foi encontrado morto nas dunas da Praia do Moçambique em 29 de agosto de 2023, após receber 36 facadas. Procurada, a defesa da acusada disse que irá "fazer com que o resultado do julgamento anterior se repita". ✅ Clique e siga o canal do g1 SC no WhatsApp Camila foi presa cerca de um mês depois, no bairro Ingleses, onde morava com Sagaz. Ela responde por homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver. A motivação para o crime, segundo o MP, seriam desentendimentos relacionados à administração financeira da empresa familiar de propriedade do casal. Ela ainda teria como buscava o valor do seguro de vida e ficar com os bens dele. À época, a Polícia Civil afirmou que para cometer o crime Camila teria dopado o companheiro em casa. A dinâmica da morte não foi detalhada pelas autoridades. Gustavo Sagaz Reprodução Como foi a absolvição Segundo o TJ, o Conselho de Sentença reconheceu que a ré praticou o crime, mas decidiu absolvê-la. Em relação ao crime de ocultação de cadáver, os jurados concordaram que o corpo da vítima foi ocultado, mas não reconheceram que foi Camila quem praticou o crime. Na época, a defesa de Camila afirmou que a mulher sempre negou o crime e a absolvição ocorreu após novos elementos com uma nova visão do caso serem apresentados aos jurados. Segundo o advogado Alessandro de Sousa, essa prova, que está sob sigilo, teria sido desconsiderada pela acusação. Procurado, o promotor de justiça André Otávio Vieira de Mello informou entender que a absolvição foi contrária à prova apresentada dos autos, "tanto que esta se deu por maioria do conselho de sentença, e não por unanimidade". Acusada é absolvida em júri e solta 1 ano após prisão em Florianópolis Quem era o empresário achado morto nas dunas de praia VÍDEOS: mais assistidos do g1 SC nos últimos 7 dias